quarta-feira, setembro 26, 2007

Mensagem aos meus alunos e a todos...

... quantos trabalham comigo.

Inicia-se mais uma etapa digna de registo: Repleta de desafios, projectos e ambições. Onde a energia, o empenho e o arrojo serão armas críticas na luta pela vitória.

Desafio-vos à criatividade. À produção de ideias. À coragem de serem diferentes e de serem arrojados. De mais do que pensarem fora da caixa, a queimarem a caixa e a desenvolver formas inovadoras de solucionar, de questionar e resolver os desafios que dia após dia se colocam.

Digo-vos para darem tudo. Para morrerem em campo, comerem a relva e lutar pelos objectivos como se não houvesse amanhã. Porque se derem tudo hoje, amanhã terão mais energia e, consequentemente, mais sucesso.

Nas empresas e nas entidades de formação temos de valorizar a massa cinzenta. Mais do que fazer... pensar. E pensar bem. De forma inovadora, diferente, criativa.

Posicionem-se neste caminho. Eu premiarei essa atitude. Aos meus alunos que agora começam, entreguem-se, sem medo. Vibrem, lutem e sejam acima de tudo felizes.

quarta-feira, setembro 19, 2007

Não resisti...


...À capacidade criativa de alguns, que me enviaram por e-mail este anúncio, chamado de "Campanha CGD UpGrade".

Gosto muito do seleccionador, mas como líder excedeu-se... pediu desculpa.... Veremos o que sucede depois.

Mas a adaptação do gesto à campanha fica fantástica.

terça-feira, setembro 11, 2007

Marcas tecnológicas devem rever abordagem ao target feminino

11 de Setembro de 2007 , por Filipe Pacheco

http://www.meiosepublicidade.pt/2007/09/11/estudo-marcas-de-gadgets-devem-rever-abordagem-ao-target-feminino/

Os fabricantes e vendedores de produtos electrónicos poderão vir a perder cerca 885 milhões de euros já este ano pelo facto de não estarem a comunicar de forma eficaz com o target feminino. Esta é a conclusão do Lady Geek, um relatório da Saatchi & Saatchi, divulgado pelo Brand Republic.

Se os marketeers tivessem outro tipo de abordagem quando comunicam com este público-alvo, e caso houvesse outro tipo de orientação quando as mulheres se dirigem às lojas e aos sites que vendem produtos electrónicos, 35 % das utilizadoras da internet confessam que aumentariam o consumo destes gadgets.

Uma em cada duas mulheres refere que saem das lojas e abandonam os websites sem comprar nenhum produto por não serem capazes de encontrar aquilo que desejam, o que representa uma oportunidade para os vendedores e proprietários das marcas repensarem a sua estratégia de aproximação a este target.

Além do mais, um terço das mulheres não sente confiança suficiente para colocar questões nas lojas que vendem este tipo de produtos. O estudo diz igualmente que quase um terço considera que a publicidade a produtos tecnológicos não tem para elas qualquer interesse, e a maioria diz sentir-se desapontada com o facto dos proprietários dessas marcas não olharem para elas como um grupo de clientes relevante.

Berlinda Palmer, directora de planeamento da Saatchi & Saatchi e autora do relatório, vê nestes resultados "uma verdadeira oportunidade para as marcas aproximarem-se deste target".

segunda-feira, setembro 10, 2007

Frase orientadora

"O maior problema com a comunicação é a ilusão de que tenha acontecido"

Albert Einstein (na opinião de alguns)
ou
George Bernard Shaw (na opinião de outros)

sábado, setembro 08, 2007

Trends - its all about emotions

A grande dúvida dos marketeers, publicitários e demais agentes do mercado passa por saber como vai ser o futuro. Produzem-se livros, papers, estudos. Alimentam-se sites, blogs, conferências e seminários sobre o tema.

Este post é mais uma reflexão, inspirada nas conversas e pesquisas feitas com o meu amigo Carlos Coelho, brilhante profissional na construção e gestão de marcas (CEO da Ivity Brand Corp), que visa apenas colocar alguns tópicos de reflexão - passíveis de encontrar em detalhe no site da Ivity (um dos links das preferências deste blog), ou então preparar na agenda, algures em Novembro, tempo para assistir à conferência que ele e eu vamos dar sobre Future Trends in Branding, Communication & Marketing, cuja entrada se faz apenas por convite.

Aqui fica um pequeno resumo:

TENDÊNCIAS

Future is a journey full of contraditions
. Façam o contrário daquilo que parece a tendência

Brands are boring
. O futuro diz-nos que o consumidor não é burro;
. Existe participação activa quando não tratamos o publico como burros, quando lhes tentamos impor uma marca “má”

The customer knows
. Como consumidores estamos rodeados de informação e a nossa marca é só mais uma
. A concorrência luta contra o tempo e contra a atenção

World is changing – FUD – Fear, Uncertain, Doubt
, O mundo muda, a lógica de conceitos não pode ser especifica

Economy is changing
. Os negócios são cada vez mais variados

More people
. Nasce cada vez mais gente

Older people
, e duram mais tempo
. 2050 – 80% da população tem mais de 80 anos

Food is changing
. Mudar do fast food para outras formas de food

Smart cities are coming
. Carrinho de supermercado adaptado ao carro citadino. Mete-se a "moeda" e quando não precisarmos devolvemos

Frienships are not made to last
. Os amigos mudam, perdemos o contactos antigos mas ganhamos muito outros diariamente
. Fidelização Vs Tempo de Retenção

Messages are complex scenary
. Uma ideia que parece inovadora encontra-se numa pesquisa google
. O futuro é amanhã

No TV days
. Nos EUA existe a semana da tv desligada

Total Freedom of communication
. Tudo é livre, tudo é possível

China is getting luxury
. Mão de obra barata mas com qualidade de excepção/luxo: Gucci Kliller – Shanghai Tang’s

Índia pensa China produz
. Novo país: Chindia?

Costumers protect themselves; Costumers are getting more inside; But at the same time are claiming for excitement

The world became a big net; A big virtual community

Where things are no longer just that
. Temos que vender experiências, coisas intangíveis

Where time is a gift
. Um voucher de oferta de fim de semana do nosso tempo para os nossos amigos

Brands are social icons
. Usamos marcas pela ligação a grupos de pertença

Football is a religion
. Mudamos de tudo menos de clube de futebol – emoção = fidelização

Brands are jewels
. As marcas têm que ser tratadas como jóias porque são preciosas para os seus clientes

It’s an iconized economy
. McDonalds passa a vender saladas e sopas. Impensável há 5 anos quando o ícone Mc é sinónimo de fast food

. Brands are comming together
Puma+playboy. why not?

Building imaginary emporios
. Unir marcas trás novos impérios

Open all the Windows
. As marcas trazem para a cultura associações novas e novas formas de as posicionar

Moving into the culture scene
Inspiração através de quadros de artistas conhecidos... ou não

Tracing their own directions
. Simplicidade acima de tudo – KISS – Keep it Simply Stupid

Brands need the credibility and artists need the money
. Junção da cultura com o marketing

Brands are moving towards
. Pegar numa marca e esborratar o logo: tudo o que é preconcebido pode mudar

All together: Mixing equities: Looking for aestetics and for an extra value

Action as making part: Being the materials: Guessing new concepts: Driving unforbiden pictures

The future is more about intangibles: It’s about googling costumers mind

A multitask costumer
. O consumidor é cada vez mais flexível

Some intelectual canibals
. Canibalizam-se ideias. e depois? qual é o problema?

But all looking for a global reengagement
. A forma como sou visto, como me posiciono

Secret hidden places
. Procuramos cada vez mais os nosso espaços secretos

Costumers are looking for the real thing
. Campanha dove com a realidade da mulher em vez de modelos “plásticas”

Future communications is about unlimited media

Still all about getting inside the costumers head, and heart: Doing it from all the angles: It’s about all family

Kill the Boredom

. Só 4% das pessoas é que lêem a etiqueta da roupa que compram!!!!!

sexta-feira, setembro 07, 2007

O ensino está errado e ninguém sabe?

Alvin Toffler afirma que estamos todos a formar pessoas para a Revolução Industrial.

Concordo, até porque o grande problema dos players que actuam na formação e no ensino é estarem formatados para coisas que já não são realidade.

Há que encontrar novas formas de ensinar e novas formas de aprender, para que o abandono e o insucesso escolar tenha números bem menores. Há que dar espaço à criatividade, à imaginação e à coragem de arriscar em vez de se saber de cor 20 definições e outras tantas fórmulas. Há que continuar a apostar nas indústrias criativas e do conhecimento e não na do marranço e do decorar.

Mas também as empresas têm de começar a valorizar mais a massa cinzenta e a learning organization em detrimento dos robôs humanos que se limitam a seguir ordens e a fazer by the book.

quarta-feira, setembro 05, 2007

Frase orientadora

Pela sua essência, não podia deixar de partilhar esta ideia convosco....... :-)

"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota."

Theodore Roosevelt, 1858-1919

Uma ajuda para todos quantos enfrentam desafios

Algo do qual me orgulho é do facto de ter nos meus alunos pessoas que mais do que estudarem ou apenas decorarem pensam, criticam, reflectem e propõem, ousando, arriscando e até provocando.

Tive o grato prazer de ter na turma de Pós Graduação de RP e Gestão da Comunicação do INP do passado ano lectivo um conjunto de outputs que cumprem exactamente as ideias expressas no parágrafo anterior. Pessoas que pensam, propõem, criticam e inovam.

Transcrevo aqui parte do texto de um trabalho final, da Rita Pires Marques, que pode ajudar todos aqueles que se encontram perante desafios a enfrentá-los de forma positiva. Seja para uma frequência que não estão prepardos, seja para uma apresentação onde a confiança é menor, seja para o que seja.

Serve apenas de inspiração a todos quantos querem mais do seu dia-a-dia.


“Desenvolvam uma tendência!”

A minha alma tremeu e o meu ser sentiu, por instantes, um profundo calafrio, ao ouvir estas palavras proferidas pelo professor.

Descobrir uma tendência do mercado da Comunicação era o tema do trabalho final desta cadeira. A única coisa que consegui prever, de imediato e sem qualquer margem para dúvidas, foi a grande dor de cabeça que me assaltaria a mente nos meses que se seguiam.

Como fazer o que pedia? Como recriar e desenvolver uma tendência num mercado complexo como este, o da Comunicação? Como analisar o passado e o presente, tentando projectar um futuro mais incerto que certo? Como prever os novos caminhos quando os ramos que o constituem são múltiplos e tão diversificados? Como apresentar uma tendência num mercado em constante mutação e contínua transformação e evolução?

A tarefa não era de facto simples. O desenvolvimento deste tema, para que os resultados fossem minimamente interessantes e merecedores de uma avaliação satisfatória, não era, de facto, nada fácil.

Visto isto, e ultrapassando todos os primeiros medos e receios de uma típica aluna de pós-graduação, ainda insegura relativamente ao seu desempenho na dita área mas decidida a apresentar um bom trabalho, decidi organizar os meus pensamentos. De facto, havia tanto para falar que facilmente me perderia dentro deste jogo de tendências, deste complexo campo de supostas previsões, pseudos futuros, se não estipulasse, a priori, o método de trabalho a utilizar e o desenvolvimento do mesmo.

Lembrei-me então o que Carlos Coelho, especialista em criação e gestão de marcas, outrora disse sobre este mesmo tema, focando a, por ele chamada, Futurivity: “O futuro do marketing (future creativity) passa por usar a criatividade das pessoas e a enorme disponibilidade e democratização da tecnologia, fazendo um mix de plataformas reais e ficcionadas, no sentido de penetrar o imaginário dos consumidores, sem preconceitos e apenas com uma certeza, a de que aquilo que muitos julgam tratar-se de pura ficção é hoje já uma imparável realidade.”

Com isto em mente, o ponto de partida mais inteligente seria entrar em contacto directamente com o consumidor. Desta forma, através de um pequeno texto sobre Comunicação, tentei retirar o máximo possível de opiniões do mundo consumidor à minha volta. O meu objectivo tornou-se então escrever O Diário de uma Tendência. Analisando o mercado e analisando os pensamentos de pessoas comuns, pretendi então elaborar o nascimento e a criação de uma possível tendência.


Por vezes não há nada melhor que uma mente limpa e livre de ideias preconcebidas e conceitos predefinidos…

Ah. A Rita teve 19 valores o que, para aqueles que me conhecem, é uma nota rara de existir, mas que premiou o arrojo, a provocação e a coragem de arriscar, o que prova que pensar fora da caixa, de forma diferente e com uma outra perspectiva é cada vez mais o caminho do sucesso.